O termo fidelidade partidária, no Direito eleitoral, trata da obrigação de que um político deve ter para com seu partido, tendo por base a tese de que se no Brasil todos os candidatos a cargos eletivos precisam de partidos políticos para se elegerem, eles não podem se desvincular do partido para o qual foram eleitos, sob pena de perderem o mandato. Mas será que isso realmente ocorre? Até onde e até quando teremos que suportar essa troca exacerbada de políticos afim de beneficio próprio? Nosso Brasil já está ao ponto culminante de tanta impunidade e deslealdade de nossos "fiéis" representantes na Câmara e no Senado. Será que depois de tantos escândalos envolvendo políticos ainda havemos de enfrentar essas "milícias politicas" que tendem a interromper o progresso da nação?
Como é possível aceitarmos isso, se bem já diz o relatório final IV do Senado: "A fidelidade partidária é outro aspecto indispensável ao fortalecimento das instituições políticas. A valorização do candidato em detrimento do partido tem propiciado uma situação que facilita a migração partidária, muitas vezes com finalidade meramente eleitoral ou pessoal, em face da ausência de compromisso com os programas partidários." Isso é algo deprimente pro futuro do Brasil e de nós Brasileiros. Reivindicar, ou nos calar debaixo dos lençóis? Eis a questão.
Como é possível aceitarmos isso, se bem já diz o relatório final IV do Senado: "A fidelidade partidária é outro aspecto indispensável ao fortalecimento das instituições políticas. A valorização do candidato em detrimento do partido tem propiciado uma situação que facilita a migração partidária, muitas vezes com finalidade meramente eleitoral ou pessoal, em face da ausência de compromisso com os programas partidários." Isso é algo deprimente pro futuro do Brasil e de nós Brasileiros. Reivindicar, ou nos calar debaixo dos lençóis? Eis a questão.
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