domingo, 20 de setembro de 2009

Representantes Fiéis da Humanidade

Vários de nossos celebres representantes da sociedade ou até mesmo fantasiosa, foram fiéis a seus ideais e a seus objetivos. Alguns mortos, outros excomungados, outros empobrecidos de riquezas materiais, mas todos tiveram sempre o mesmo emblema: "Juro Fidelidade, mesmo que seja necessário morrer por ela!" Alguns desses membros serão citados em vários post's ao decorrer dos dias. Marcaram a historia da humanidade, com seu suor, com sua garra com sua coragem em guerrilhar, em vencer aqueles que ousavam a desafiar as leis morais de fidelidade e respeito. Como exemplo temos:
  • Jacques DeMolay

Jacques DeMolay

Jacques DeMolay, foi um expedicionário das cruzadas, no século XIV. Em 1305, Felipe, o belo, Rei de França, Pensando apenas em obter riquezas particulares e poder. Teve a intenção de assumir os cavaleiros. O ano 1307 viu o começo da perseguição dos Cavaleiros. Foram presos Jacques DeMolay, junto com centenas de outros cavaleiros. Durante sete anos, DeMolay e os cavaleiros sofreram torturas e viviam em condições desumanas. Felipe, o belo, conseguiu convencer ao papa Clement a condenar os Templários, e confiscou as riquezas para seus cofres particulares. Durante anos de tortura, Jacques DeMolay continuou sendo leal a seus amigos e Cavaleiros. Ele recusou relatar a localização da Ordem e recusou a trair seus irmãos.

Durante um longo período Jacques DeMolay sofreu tortura. Dentre muitas barbaridades, teve os polegares esmagados, sapatos de ferro, pernas ligadas entre tábuas por cunhas de cavalo, sujeira, humidade, fome. Tinha um peso de oitenta quilos amarrado aos pés e por meio de uma corda e uma polia era erguido até o forro para forçar a confissão. Permaneceu assim sete anos. Sete anos acorrentado. Tais correntes que só foram retiradas para ser dirigido à fogueira. O Grão-Mestre temia a loucura Em 18 de março de 1314, DeMolay Foi julgado por um tribunal especial. Como prova, o tribunal utilizou uma confissão forjada e supostamente assinou por DeMolay. Jacques DeMolay negou a confissão. Debaixo das leis. E daquele tempo, a negação de uma confissão era punida com a morte.Outro cavaleiro, que negou a confissão foi Guy D'auvergne e foi igualmente com DeMolay condenado a morte. O rei Felipe condenou ambos a fogueira. Após a morte, ele passou a ser reverenciado pelo seu heroísmo de guerra, sua inquebrantável alma, estará nos verdadeiros DeMolays, que o representa com suas magnificas virtudes: o companheirismo, a lealdade e a fidelidade.

Essa é a história de Jacques DeMolay, tal e qual é realçada pela Ordem DeMolay. Tornando-se um atestado de fidelidade e lealdade.

sábado, 19 de setembro de 2009

Fidelidade Partidária

O termo fidelidade partidária, no Direito eleitoral, trata da obrigação de que um político deve ter para com seu partido, tendo por base a tese de que se no Brasil todos os candidatos a cargos eletivos precisam de partidos políticos para se elegerem, eles não podem se desvincular do partido para o qual foram eleitos, sob pena de perderem o mandato. Mas será que isso realmente ocorre? Até onde e até quando teremos que suportar essa troca exacerbada de políticos afim de beneficio próprio? Nosso Brasil já está ao ponto culminante de tanta impunidade e deslealdade de nossos "fiéis" representantes na Câmara e no Senado. Será que depois de tantos escândalos envolvendo políticos ainda havemos de enfrentar essas "milícias politicas" que tendem a interromper o progresso da nação?

Como é possível aceitarmos isso, se bem já diz o relatório final IV do Senado: "A fidelidade partidária é outro aspecto indispensável ao fortalecimento das instituições políticas. A valorização do candidato em detrimento do partido tem propiciado uma situação que facilita a migração partidária, muitas vezes com finalidade meramente eleitoral ou pessoal, em face da ausência de compromisso com os programas partidários." Isso é algo deprimente pro futuro do Brasil e de nós Brasileiros. Reivindicar, ou nos calar debaixo dos lençóis? Eis a questão.

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes

Chuujitsiu


Fidelidade é uma característica de quem é fiel, ou seja, que não trai alguém ou um princípio. Hoje, essa característica não é tão levada a sério, pois as pessoas sentem necessidades de encontrar algo, que se faz ausente em sua relação, fora dela e isso cresce e toma proporções cada vez maiores.

Ser fiel envolve questões de sentimento, química, de pele e respeito, que são fatores essenciais numa relação. Quando esses fatores são ausentes, julgamos a relação desnecessária porque nesse caso a fidelidade poderá atrapalhar uma pessoa de ir em busca de sua realização.

A fidelidade requer renúncia e esta pode causar arrependimentos futuros. Reprimir desejos e pensamentos não é eliminá-los e a partir daí, a fidelidade perde seu foco e a pessoa não se sente realizada.
A confiança é um fator ligado à fidelidade, pois, a confiança é a segurança da sinceridade que depositamos em alguém. Ao acreditar na relação e no parceiro (a) nos tornamos fiéis e isso movimenta um elo sobre a relação que dificilmente é quebrado.


Este blog quer evidenciar a fidelidade entre as pessoas. O seu amor ao próximo, o companherismo de eternos guerreiros de nossa história que preferiram a morte a trair ou falsear com seu juramento.

Espero que aprecie a boa leitura e as expêriencias que serão publicadas aqui. Muito Obrigado!